Antecedentes

Os idosos compõem o maior grupo da população no mundo todo e representam a maior parte dos gastos com os cuidados à saúde. O número de idosos segue tendência de aumento de três vezes até 2050 o que corresponde a 392 milhões no mundo. Ampliar a base de evidências para construir

 

comunidades que sejam propícias para a saúde funcionalidade, independência e atividade física dos idosos poderá, potencialmente, ter maior impacto na sociedade como um todo. Muitos países estão experimentando um rápido e sustentado aumento da porção de pessoas com 65 anos ou mais na população.


 

Mais para frente

Uma das principais preocupações entre os idosos é a possibilidade de "envelhecer no lugar " (Cheek et al., 2007); o desejo de permanecer nas suas próprias casas e agir de forma independente e desta maneira, manter suas redes sociais, contribuindo para a economia local e não dependendo dos serviços sociais e de saúde. Um fator determinante e característica de ser capaz de envelhecer no local é a capacidade prolongada do indivíduo de se envolver em atividades físicas, que suporta e mantém a vida independente, com influência do ambiente construído neste comportamento (Burton et al. 2011). De fato, um nível adequado de atividade física é um fator chave na prevenção de doenças não comunicáveis na população e está associado a uma ampla gama de benefícios para a saúde e redução de 47 % na mortalidade (Gebel et al., 2015).

 

Objetivos

O estudo tem por objetivos ampliar a compreensão conceitual e empírica da influência do ambiente construído na atividade física de idosos e desenvolver evidências e ferramentas políticas para o aumento da atividade física e do bem-estar de idosos por meio de intervenções no ambiente construído, aumento da efetividade das políticas e melhoras na colaboração institucional.